Saúde e Afins

Postado às 09h00 | 20 novembro 2019 |

Saúde na terceira idade: conheça 10 hábitos para chegar bem aos 80

Segundo estudos de empresas de pesquisa especializadas no monitoramento da população mundial, estima-se que até 2050 a população de idosos alcance 2,02 bilhões. A partir disso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda a importância de se “adicionar saúde aos anos” das pessoas, e isso significa que o importante não é apenas a longevidade, mas sim a qualidade de vida alcançada na terceira idade. 

Pensando em proporcionar aos nossos clientes a conquista de um futuro tranquilo, nós listamos neste artigo 10 hábitos para você chegar bem aos 80 e garantir uma saúde melhor. Anote essas dicas:

1) Pratique atividades físicas

A atividade física retarda o envelhecimento e ajuda a prevenir doenças e problemas comuns na terceira idade, como diminuição da coordenação motora, osteoporose, diabetes e problemas cardíacos. Segundo a OMS o ideal é exercitar-se pelo menos 3 vezes na semana.

2) Durma bem

A privação e a má qualidade do sono podem afetar o bom funcionamento do metabolismo e acelerar o declínio cognitivo. Dormir bem pelo menos 8 horas por dia com certeza vai contribuir para sua saúde.

3) Mantenha uma alimentação balanceada

Ingerir alimentos saudáveis como grãos, vegetais, hortaliças, castanhas e alimentos ricos em ômega 3 podem ajudar a tratar e prevenir a perda de memória, bastante comum na terceira idade.

4) Evite o cigarro e bebidas alcoólicas 

É mais que comprovado que o álcool e o tabagismo causam danos à saúde e aumentam as chances de doenças como hipertensão, diabetes, Mal de Parkinson e problemas neurológicos. Se você quer envelhecer bem, é melhor deixar esses hábitos de lado.

5) Beba 2 litros de água por dia

A água possui papel importante na manutenção da saúde. Algumas de suas principais funções são: regular a temperatura corporal, eliminar toxinas e transportar nutrientes para as células do corpo. O recomendado pelos principais órgãos de saúde é consumir, no mínimo, 8 copos de água por dia, o equivalente a 2 litros.

6) Estimule seu raciocínio

Exercitar o cérebro contribui para a manutenção do sistema nervoso e, consequentemente, para um envelhecimento saudável. Atividades como leitura, palavras cruzadas ou até mesmo aprender um novo idioma desenvolvem o raciocínio e previnem a perda da memória.

7) Mantenha os amigos por perto

Pesquisas recentes apontam que a solidão e o isolamento social estão relacionados à doenças físicas e mentais. Portanto, busque a companhia de seus amigos e pessoas queridas, façam passeios ao ar livre e planejem atividades em conjunto.

8) Pratique a meditação para aliviar o estresse do dia a dia

Quando em excesso, o estresse pode causar, além de problemas emocionais, como a depressão, e problemas físicos, como dores de cabeça, tonturas e queda da imunidade. Estudos comprovam que a meditação é uma ótima aliada para relaxar a mente e aumentar as defesas do sistema imunológico.

9) Faça check-ups regularmente

É fato que prevenir é melhor que remediar, portanto, realize periodicamente exames médicos para saber se a sua saúde está em dia.

10) Exercite a gratidão

Segundo uma pesquisa publicada na revista científica Spirituality in Clinical Practice, quem expressa gratidão sobre pequenas coisas da vida têm melhor humor, boa qualidade de sono, são mais eficazes na resolução de problemas e têm menos probabilidades de desenvolver inflamações e problemas ligados à saúde do coração.

O bem-estar, aliado hábitos saudáveis, pode garantir uma vida bastante feliz e proveitosa na terceira idade. 

Postado às 09h00 | 20 novembro 2019 |

Como se alimentam os povos que mais vivem no planeta

Ainda no século XX, o cuidado com a alimentação era hábito majoritariamente de atletas e profissionais de educação física. Nos dias de hoje, as coisas mudaram, e a preocupação tomou conta da sociedade, de modo geral, em busca de uma vida mais duradoura. Nessa linha, o escritor americano Dan Buetnner percorreu o mundo para investigar as regiões em que o número de pessoas centenárias adotou a saúde como foco.

Esses pontos foram retirados de locais como a ilha de Okinawa (Japão), a cidade de Lima Linda (EUA), a península de Nicoya (Costa Rica) e as regiões da Sardenha (Itália) e Icária (Grécia). Essas regiões apresentam em todos os aspectos formas de preservar a alimentação como uma religião, não é por menos que eles servem de exemplo para outros povos.

Nós, da Metlife, estamos sempre pensando em trazer conteúdos que façam nossos leitores refletirem em direção ao equilíbrio. Pensando nisso, listamos algumas dicas dos moradores dessas localidades para inspirar você a conquistar a pró-longevidade.

O que eles recomendam priorizar?

As crianças frequentemente mostram cara feia para frutas, verduras e legumes, recomenda-se que desde a infância seja mantido o costume de se aventurar com alimentos desse grupo.

Preferencialmente três vezes por semana, peixes devem fazer parte do cardápio em porções que caiba na mão. As oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc) são supernutritivas. Segundo o estudo realizado pelo Imperial College London, da Inglaterra, e pela Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, comer um punhado por dia, ou aproximadamente 30 gramas, está ligado à probabilidade 22% menor de morrer mais cedo por qualquer doença.

Substituições também são bem-vindas. A tradicional farinha de trigo é rica em carboidratos, portanto, troque por uma linha mais light, como a farinha de aveia, de linhaça, de arroz ou de amêndoas.

Também nunca deixe de beber água! Os povos dessas regiões se hidratam com o líquido acima de qualquer suspeita. Boa ideia é apostar em águas saborizadas com fruta e hortelã ou consumir bebidas quentes como chás para que a ingestão de líquidos não fique comprometida.

O que se deve evitar?

Não é somente o sal prejudicial para o organismo, açúcar é veneno para as veias. O mesmo serve aos produtos industrializados como pizza, lasanha, macarrão, entre outros de fácil acesso nas prateleiras dos supermercados.

Não precisa fugir da carne no prato, porém diminua a frequência. Bifes, hambúrgueres e afins devem ser ingeridos em ocasiões especiais. Não com menos importância, o leite, de preferência, o de vaca, deve ser evitado. As opções de ovelha e cabra estão liberadas.

Planeje suas novas refeições!

Chegando em casa, comece a idealizar menus elaborados e nutritivos. Criar um objetivo de vida é fundamental para enriquecer sua saúde. A Metlife entende que essas mudanças são ricas, mas quando se trata de reflexão de vida, tudo deve ser visto de uma maneira diferente. 

Postado às 08h00 | 19 novembro 2019 |

Saiba como e quando falar sobre depressão com a sua família

Vivemos em um mundo em que somos obrigados a superar diversos obstáculos na vida pessoal e profissional. O problema é que nem sempre as pessoas conseguem o que querem, ficando frustradas e até mesmo deprimidas. Mas como comunicar para sua família que você sofre de depressão? Pode acreditar, esconder o problema só vai piorar as coisas.

Nós da Metlife trabalhamos para que sua vida seja produtiva, saudável e plena, em todos os aspectos. Por isso, você vai saber como e quando falar sobre depressão com sua família. Pode até não parecer, mas os parentes e amigos mais próximos têm papel fundamental nessa fase.

Primeiramente fale com um médico

O maior problema de quem sofre de depressão é a tendência ao isolamento social tanto da família quanto dos amigos. Antes de comunicar aos familiares, procure conversar abertamente com um médico. Ele pode ser útil em uma abordagem com a família mais efetiva  e pode orientar mais sobre essa doença.

Identifique quais são as pessoas de sua confiança

A depressão pode fazer você se sentir a pessoa mais solitária do mundo. Mas quando você a compartilha com pessoas de confiança dentro do círculo familiar, você pode perceber que não está sozinho no mundo. A dica é escolher pessoas da família que você realmente pode desabafar e tem mais intimidade para contar sobre seu estado depressivo.

Esteja preparado para perguntas

Alguns membros da família podem ser incapazes de compreender a tristeza que a depressão pode causar e acharem que é pura manha.  Nesse delicado momento, procure ficar calmo com aqueles que te repreenderem e permita que eles te façam perguntas. Pode até parecer imprudência, mas lembre-se que eles não sabem nada sobre depressão e seus sintomas.

Não fale com muitas pessoas ao mesmo tempo

Embora possa parecer mais fácil reunir toda a família e dizer que você está com depressão, o recomendado é não falar com muitas pessoas ao mesmo tempo. Cada membro da família pode reagir de uma forma diferente e pode ser impossível ter uma conversa produtiva. Para evitar um clima desagradável, fale sobre seu estado depressivo com as pessoas da sua família individualmente ou em pares.

Fale sobre os sintomas da depressão

Vale ressaltar que muita gente não conhece os sintomas da depressão. Você deve falar quais são os sintomas dessa doença explicando como uma pessoa deprimida pode se comportar. Explique quais são os sintomas mais comuns sentidos por você, para que não se assustem quando se depararem com alguns deles. Você também deve deixar seus familiares tranquilos e sem dúvidas à respeito da depressão.

Explique como é o tratamento

Deixe claro para sua família que existem várias formas de tratamento como a terapia e medicação. Informe a todos que o tratamento para a depressão é necessário para você ficar livre dela e que a terapia ajuda a pessoa deprimida a entender melhor os seus próprios sentimentos negativos e como elas afetam a sua vida em geral.

O mais importante é que você tenha todo o apoio da sua família. Diga-lhes para manter as expectativas otimistas e que o tratamento pode durar mais de um ano, em alguns casos. Depressão tem cura!

A Metlife sempre pensa no seu bem-estar e tranquilidade, em todos os aspectos. Oferecemos diversos tipos de seguros vida para que você e sua família fiquem resguardados de quaisquer eventualidades. Nossa equipe está sempre pronta para oferecer uma solução que mais se adequa às suas necessidades.

Postado às 07h15 | 12 novembro 2019 |

Entenda seu corpo: saiba como o ciclo menstrual afeta seus dias e o seu humor

Todos os meses as mulheres passam por um período de variação hormonal, a famosa tensão pré-menstrual (TPM). O que muita gente desconhece, no entanto, é que o estrogênio, a testosterona e a progesterona agem em maior ou menor grau durante o mês inteiro no corpo feminino. Esses hormônios influenciam o comportamento e podem até interferir na performance profissional das mulheres.

A MetLife se preocupa com o seu bem-estar e qualidade de vida e, por isso, desvendamos cada fase destes 28 dias para ajudar você a entender melhor o seu ciclo.

Conhecendo o seu corpo, você terá como lidar com esta montanha-russa de hormônios e, quem sabe, até tirar vantagem da situação. Sabia que há períodos ótimos para se exercitar, por exemplo?

A Trajetória do ciclo menstrual

1º e 2º dias

Nos dois primeiros dias de menstruação, o organismo se ressente da pouca quantidade de estrogênio, hormônio que, entre outras funções, prepara o corpo para a gravidez e protege as células nervosas.

O resultado é a contração do útero, fadiga e as famosas cólicas. Exercícios leves são recomendados para amenizar os problemas. 

3º ao 5º dia

A menstruação propriamente dita já acabou ou está no fim do ciclo, levando também a sensação de mal-estar e desconforto que afeta algumas mulheres. A produção de estrogênio é ativada e você volta a se sentir otimista e cheia de energia.

Que tal aproveitar o bom momento para recuperar o tempo perdido e começar um projeto? Isso inclui também investir no visual: a pele recupera o viço e o rosto torna-se até mais simétrico. 

6º ao 9º dia

Prepare-se para brilhar! Sabe aquele projeto que você começou no terceiro dia após a menstruação? Este é um ótimo momento para investir nele de verdade, já que você está mais ágil, atenta e concentrada.

A testosterona em níveis ideais traz inúmeros benefícios, fazendo a mulher se sentir mais disposta no dia-a-dia, com mais massa muscular e maior libido. A capacidade de memória também aumenta.

10º ao 13º dia

Neste período, há picos de estrogênio. É quando começa o período fértil. O desejo sexual aumenta e a capacidade de comunicação também. A elevação na produção do hormônio faz a mulher ficar mais sexy, otimista e sociável. Em suma: irresistível! Aproveite.

14º dia

Cuidado redobrado se não quiser engravidar! É neste período que os altos níveis de estrogênio acionam um súbito aumento em outro hormônio, o hormônio luteinizante (LH).

Esse aumento do LH causa a liberação do óvulo maduro do ovário, é o que chamamos de ovulação. Se não for fertilizado, o óvulo será descartado junto com o revestimento do útero. Isso é a menstruação.

15º ao 18º dia

Durante esses dias, o folículo, deixado pelo óvulo dentro do ovário, começa a produzir progesterona em maior quantidade para continuar preparando o revestimento do útero para o caso de uma possível gravidez.

Além disso, também existe um aumento na produção de estrogênio e, por isso, algumas mulheres podem apresentar sensibilidade nos seios, mudanças de humor e até inchaço. Com a produção hormonal, as emoções ficam mais intensa e  é maior a sensação de cansaço.

19º ao 22º dia 

O nível de progesterona ainda está alto. Ao contrário do estrogênio, esse hormônio não estimula o desejo sexual feminino e algumas mulheres chegam a ficar irritadas com os seus parceiros. É um período propício para massagens, banhos especiais e atividades relaxantes.

A progesterona também deixa a pele mais oleosa, o que aumenta a probabilidade de espinhas, por exemplo. Tenha mais cuidado com a alimentação e não deixe de ingerir muito líquido neste período.

23º ao 25º dia

O excesso de progesterona deixa as ações mais lentas. A prática de exercícios físicos, no entanto, estimula a produção de serotonina, promovendo um pouco mais de conforto, bem-estar e disposição.

Vale enfrentar a indisposição para se exercitar. Invista em atividades mais leves, como caminhadas e yoga. Algumas mulheres se sentem um pouco irritadas neste período, portanto também vale evitar lugares muito barulhentos como academias. Priorize atividade ao ar livre.

26º ao 28º dia

Começa o período pré-menstrual e, com ele, a temida TPM. Os níveis de estrogênio e progesterona no organismo caíram drasticamente e estão próximos de zero. O resultado é uma série de sintomas desagradáveis como dores nas mamas, inchaço nas pernas, dores de cabeça e até enjoos.

É importante cortar o café, reduzir o açúcar e beber muita água. Evite a ingestão de sal, que em excesso pode piorar o inchaço, e pratique exercícios físicos amenizar o desconforto e a ansiedade.

Há diversas medidas para amenizar os efeitos da variação hormonal, mas é fundamental visitar um ginecologista regularmente.

A MetLife pesquisa e desenvolve continuamente as melhores opções de seguro de vida, sempre pensando nas suas necessidades. O seguro Proteção Mulher Plus oferece coberturas e assistências voltadas especialmente às necessidades femininas. Conheça e avalie a contratação!

Postado às 07h00 | 12 novembro 2019 |

Quer pensar melhor? Pratique exercícios aeróbicos

​​​​​​Vivemos em um mundo cada vez mais moderno em que precisamos ter saúde e disposição para enfrentar os desafios diários da vida profissional. Você saiba que se exercitar com frequência pode fazer você pensar melhor? Pode até parecer estranho, mas é verdade. Exercícios físicos melhoram todas as funções cognitivas de uma pessoa. 

Nós da MetLife sempre nos empenhamos para que sua vida seja plena e produtiva, de todas as formas. Por isso, para aprimorar seus conhecimentos você vai saber por que praticar exercícios físicos com regularidade pode ajudar a você pensar melhor e mais rápido.

Praticar exercícios físicos melhora o raciocínio e o planejamento

Um estudo norte americano recente contou com a participação de 130 adultos com idades entre 20 e 67 anos, todos saudáveis e ativos fisicamente. O resultado apontou que o treinamento aeróbico constante melhora todos os processos cognitivos importantes para o raciocínio, planejamento e até resolução de problemas. 

Ainda de acordo com os pesquisadores, o efeito fica mais forte com o passar dos anos. Os participantes precisaram se exercitar 4 vezes por semana durante 1 hora cada vez e foram submetidos alguns exercícios físicos. Após 24 semanas, os resultados foram uma significativa melhora na função executiva, na velocidade de processar informações, na linguagem, na atenção e até na memória episódica. 

As funções executiva e de planejamento foram as mais afetadas

Ainda segundo o estudo, as funções executivas e de planejamento foram as mais afetadas com a prática de atividade física constante. A função executiva está relacionada a diversas atividades no dia a dia como o pagamento de contas que requer um certo planejamento, organização e adaptação na hora de mudar de uma atividade para outra. 

Além disso, foi vista uma grande diferença entre imagens do cérebro antes do estudo e após as 24 semanas. Houve um aumento significativo de massa cinzenta no córtex pré-frontal de todos os participantes. Esse aumento não tem relação direta com uma mudança nas funções cognitivas. 

Exercícios aeróbicos: corpo e mente saudáveis

Na verdade, atividades físicas constantes só trazem benefícios para a saúde em geral. Além de dar aquela turbinada no cérebro, melhorando diversas funções importantes, elas evitam uma série de doenças mentais como depressão e ansiedade, consideradas o mal do século. 

Sem mencionar os benefícios para o corpo com a redução da incidência de diversas doenças cardíacas, diabetes, pressão alta e obesidade. Fazer atividades físicas regulares é a melhor opção que uma pessoa sensata pode fazer. 

Antes de praticar atividades físicas é prudente consultar um médico cardiologista para fazer um check-up clínico. Afinal de contas, é preciso saber antes como anda o seu estado de saúde, certo? 

A MetLife sempre pensa no seu bem-estar e tranquilidade, em todos os aspectos. Oferecemos diversos tipos de seguros vida para que você e sua família fiquem resguardados de quaisquer eventualidades. Nossa equipe está sempre pronta para oferecer uma solução que mais se adequa às suas necessidades.

Postado às 10h30 | 06 novembro 2019 |

Intolerância e alergia ao leite são a mesma coisa?

Muitas vezes a definição das duas restrições podem se confundir, mas a alergia ao leite e a intolerância à lactose são condições totalmente diferentes. No entanto, ingerir leite e derivados pode desencadear ambas.

‘‘A alergia ao leite de vaca é a reação do organismo à proteína presente no leite e em todas as proteínas de origem animal. Já a intolerância à lactose seria a deficiência ou a diminuição dos níveis da enzima lactase no organismo’’, explica o alergologista do Hapvida Saúde, Roberto Pacheco.

Os exemplos práticos acabam esclarecendo também essa diferença entre as duas coisas. Quando uma pessoa alérgica ingere o leite da vaca, o sistema imunológico reage como se estivesse sendo atacado por algum microorganismo estranho. Por isso, as células se defendem e causam consequências no organismo que acaba se tornando sensível a proteína.

‘‘As consequências podem envolver diversos órgãos, provocando inchaço nos lábios, coceira, manchas avermelhadas na pele, tosse, falta de ar. Esse quadro cutâneo é um sintoma do processo alérgico’’, esclarece o especialista do Hapvida Saúde. Normalmente, a intolerância a lactose tem sintomas intestinais, como: cólica, diarreia, gases, distensões abdominais e sensação de inchaço.

No quadro de intolerância à lactose, onde o organismo tem dificuldade em quebrar e digerir essa substância, que é encontrada no leite e em outros produtos lácteos, existem três tipos. ‘‘Pode acontecer quando a pessoa já nasce com a intolerância, pode ser também devido ao avanço da idade ou quando o quando o intestino delgado não produz mais uma quantidade normal de lactase’’, pontua o médico Roberto Pacheco.

É comum as alergias aparecerem em crianças e bebês. Por isso, o aleitamento materno é recomendado, inclusive, para ativar os anticorpos contra alergias que venham a surgir no paciente. ‘‘Quando notar alguma mudança ou sintoma é necessário procurar um acompanhamento do especialista que se mostra fundamental para evitar equívocos de diagnóstico. Hoje a indústria está bem evoluída a oferecer alimentos e medicações para pessoas que possuem essas restrições’’, finaliza.